A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMEÇA NO ÚTERO, VOCÊ SABIA DISSO?

Uma das maiores enganações da espécie humana é acreditar que nós somos apenas a simples expressão da carga genética de nossos pais.

Na verdade, desde o início do nosso desenvolvimento embrionário já começamos a sentir modificações impostas pelo ambiente que ser com a nossa mãe o nosso pai e nosso ambiente social.

A estrutura existencial do ser humano se inicia a partir da concepção, mas normalmente no primeiro trimestre da gestação quando nosso cérebro já se encontra razoavelmente formado, é que somos capazes de receber estímulos iniciar o nosso processo de registro e sensações e memórias automáticas.

Tudo isso é registrado segundo o fenômeno do RAM (Registro automático da memória) e nisso se iniciam a formação de memórias para vida inteira, que muitas vezes influenciarão direta ou indiretamente os nossos resultados na vida adulta.

Segundo alguns estudos, mesmo antes de nascer, o bebê já possui vida afetiva e é capaz de sentir aquilo que acontece com a mãe. Ele apreende o que acontece com ela por meio de sinais fisiológicos, como aumento da frequência cardíaca, movimentação corporal e liberação de alguns hormônios específicos, transmitidos a ele através da placenta

Não somente durante a gestação, mas também durante os períodos que antecedem a formação do embrião, é necessário que haja na família um clima de paz e harmonia entre pai e mãe.

Antes de fecundação, ainda durante a gametogênese (período da formação dos gametas) corre um processo biológico interessante chamado impressão genômica, onde a ciência moderna prova que o comportamento emocional dos pais é capaz de selecionar os genes que serão transmitidos aos seus filhos e a forma como eles vão se comportar durante toda vida da criança.

Da mesma forma, durante a gestação a mãe deve ter comportamentos e ações importantes para que a criança tenha pleno desenvolvimento emocional tais como:

  • Nutri se bem, dormir bem
  • Evitar álcool e tabaco
  • Preservar-se de estímulos estressantes,
  • Evitar ao máximo brigas e discussões com parceiro,
  • Acariciar a barriga com frequência como se estivesse acariciando o próprio filho
  • Cantar para o bebê ou mesmo reproduzir músicas que desaceleram a agitação mental da mãe, o que será refletido também na criança.
  • Há ainda uma outra coisa que pode parecer não importante, mas que na verdade revela alto impacto emocional, que é conversar com frequência com o bebê.

É importante saber ainda que nossos filhos, não são resultado somente da carga genética, mas a nossa “engenharia” continua após o nascimento sobretudo até os 12 anos de idade quando a criança tem maior parte de personalidade formada.

Educação Emocional na família, portanto é indispensável, em contrapartida do que pensam muitos pais que acreditam que apenas a educação formal é importante para seus filhos.

A Responsabilidade da criação, educação e amor cabe aos pais e manter esse clima de harmonia em casa utilizando-se da inteligência emocional uns para com o outros é a mais poderosa estrutura de blindagem já inventada pela humanidade, traduzida em amor.

Se no seu relacionamento falta companheirismo, diálogo, entendimento, saiba que tudo isso pode não somente está afetando a você e a sua saúde, mas ao crescimento ao desenvolvimento intelectual e emocional dos filhos que você daqueles que ainda estão por vir.


Por: João Paulo Gurgel
Master Coach, Biólogo,
Professor e CEO do ICD
joaopaulo@icdcoaching.com
Tel. 07521620080

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